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	<title>ººººººººZEROFOUNDATION</title>
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	<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:11:37 +0000</pubDate>
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		<title>HOURGLASS</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 12:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[0 in progress]]></category>

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		<title>rnd OUTPUT</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 14:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
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rnd OUTPUT (2008)
Fictionary Players (Alexandre A.R. Costa, Jorge Fernando dos Santos, Miguel Seabra) + hmBrito
OFF SPACE ON SPACE OFF- Espaço comum para duas propostas de comissariado
Rua José Falcão, 124, Porto










Todos os objectos, orgânicos ou inorgânicos, são  donos de aspectos internos e externos. Na perspectiva de si mesmo o  homem experiencia o único aspecto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="921" height="2548">
<tr>
<td colspan="3" height="677"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/performance1.jpg" width="900" height="675" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="85"><span class="style1">rnd OUTPUT</span> (2008)<br />
Fictionary Players (Alexandre A.R. Costa, Jorge Fernando dos Santos, Miguel Seabra) + hmBrito<br />
OFF SPACE ON SPACE OFF- Espaço comum para duas propostas de comissariado<br />
Rua José Falcão, 124, Porto</td>
</tr>
<tr>
<td width="450" height="346"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/rnd-output_2a.jpg" width="450" height="360" /></td>
<td colspan="2"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/fase_1_3.jpg" width="451" height="360" /></td>
</tr>
<tr>
<td height="586"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/fase_1_1.jpg" width="450" height="600" /></td>
<td colspan="2"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/fase_2_2.jpg" width="450" height="600" /></td>
</tr>
<tr>
<td height="478">Todos os objectos, orgânicos ou inorgânicos, são  donos de aspectos internos e externos. Na perspectiva de si mesmo o  homem experiencia o único aspecto que lhe é permitido, ele próprio,  estando os caminhos de todas as outras coisas vedadas ao seu escrutínio  excepto no caso do emprego de simulação.Em  rnd output centramos o nosso interesse na construção de uma rede  descentralizada de autómatos que processe informação. O processamento  de informação em sistemas descentralizados é muito diferente do  utilizado em sistemas clássicos, em que toda a informação é processada  num núcleo central. Num sistema descentralizado o processamento de  informação ocorre tanto a nível local como global utilizando-se para  tal um padrão de processamento dinâmico.</p>
<p>.A  base teórica para este tipo de experiência assenta, normalmente, em  complexos sistemas naturais, tais como uma colónia de formigas. O  objectivo da experiência é saber como poderá o processamento de  informação desenvolver-se num sistema descentralizado em permanente  evolução.A cada autómato é dado o mesmo  estado inicial e a noção de que no espaço e tempo da sua activação  existem autómatos vizinhos. Não é fornecida nenhuma programação  específica para o seu comportamento, sendo instalado um programa básico  de aleatoriedade gráfica.</p>
<p>Observou-se então  que num primeiro nível os autómatos se comportam como numa linha de  montagem tradicional, cada um observando as tarefas dos outros e  entrando na rotina ordenadamente.</p>
<p>No nível  2 decidiu colocar-se novamente os autómatos num estado inicial  semelhante, só que neste caso emparelhados, cada par estava alinhado  para cumprir a mesma função; dois autómatos executam operações  gráficas, outros dois apenas apoiam os autómatos “gráficos”. Nota-se  aqui o surgimento de uma cisão entre as regiões de alta e baixa  densidade.</p>
<p>O terceiro nível simulou a escala global e  estabeleceu a possibilidade de coordenação total entre os autómatos já  que estes conseguiram interagir globalmente entre si baseando-se apenas  na sua prévia experiência a nível local.</p>
<p>No quarto nível incluiremos modelos mais  elaborados usando autómatos de dimensões diversas, procurando modelar  sistemas naturais de complexidade superior, orgânicos e inorgânicos, de  que, por exemplo, o sistema nervoso e o sistema económico são exemplos  respectivos.</td>
<td width="7">&nbsp;</td>
<td width="450">
<p align="left">Every object, organic and  inorganic, owns both internal and external aspects of itself. In the  perspective of himself man experiences the only view that he is allowed  to see: himself. The ways to everything else are closed to his eyes  except if simulation is employed.</p>
<p>In rnd OUTPUT we have focused our interest in  the construction of a decentralized network of automata for information  processing. The information processing in decentralized systems is very  different from the one used in classical systems in which all  information gets computed at a centralized core. In a decentralized  system the information processing occurs both at local and global  level: it uses a dynamic process pattern.</p>
<p>The theoretical base for this type of  experiment usually has its foundations in complex natural systems; such  has a colony of ants. The objective of the experiment is to know how  the information processing would occur in a decentralized system in  permanent evolution.To each automaton is  given the same initial state and the notion that in the space and time  period of its activation there are neighbor automata. There is no  specific program to control its behavior – the program installed  comprises of a basic generator of random graphics.</p>
<p>In the first level it was observed that the  automata behave themselves has if they were in a traditional assembly  line: each automaton observes the other automata and starts its own  routine were the others left off.</p>
<p>At level 2 the automata were once again placed  in the same initial state, but with one variation: they were in pairs;  each pair would perform the same function. Two automatons execute the  random output of graphics and the other two act as supporting team. It  was noticed that a scission appeared between high and low density  regions.</p>
<p>The third level simulated universal scale and established the  possibility of total coordination between the automata since they were  able to interact globally among themselves, “learning” from their  previous level 2 experience at local level.</p>
<p>In the fourth level we will include more elaborate models using  different sized automata to try and model natural systems of superior  complexity, both organic and inorganic, that, for example, the nervous  system and the economic system are examples.</td>
</tr>
<tr>
<td height="324"><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/performance3.jpg" width="450" height="338" /></td>
<td>&nbsp;</td>
<td><img src="http://0foundation.org/wp-content/uploads/2008/12/performance4.jpg" width="450" height="338" /></td>
</tr>
<tr>
<td height="346" colspan="3" align="center">&nbsp;<br />
      <object width="425" height="344" align="middle"></p>
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/e1w3QEjPU8M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
        <embed src="http://www.youtube.com/v/e1w3QEjPU8M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0" width="425" height="344" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed><br />
      </object></p>
</td>
</tr>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>mhz 41:52:06N, 8:51:46W</title>
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		<comments>http://0foundation.org/mhz-415206n-85146w/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 10:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://0foundation.org/mhz-415206n-85146w/#more-191" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Chapter 3 - Object 2</title>
		<link>http://0foundation.org/chapter-3-object-2/</link>
		<comments>http://0foundation.org/chapter-3-object-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 11:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://0foundation.org/chapter-3-object-2/</guid>
		<description><![CDATA[


Não é descabido pensar que todos os objectos, tornados visíveis,
necessitam de ser encontrados para que assim se tornem. Sobre o
presente, que apresentamos, localizou-se por anómala casualidade em
41:52:06N, 8:51:46W.
Numa filmagem, numa praia, numas férias, ocorreu curiosa disfunção na
máquina de filmar. Ao passar em determinado local produzia-se
repetidamente uma interferência no visor. Tal facto, intrigante,
motivou uma exploração mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 369px; height: 1170px" align="left" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" height="1170" width="369">
<tr>
<td width="600"><font color="#ff0000"><span style="color: #ffffff"></p>
<p align="left">Não é descabido pensar que todos os objectos, tornados visíveis,<br />
necessitam de ser encontrados para que assim se tornem. Sobre o<br />
presente, que apresentamos, localizou-se por anómala casualidade em<br />
41:52:06N, 8:51:46W.</p>
<p align="left">Numa filmagem, numa praia, numas férias, ocorreu curiosa disfunção na<br />
máquina de filmar. Ao passar em determinado local produzia-se<br />
repetidamente uma interferência no visor. Tal facto, intrigante,<br />
motivou uma exploração mais pormenorizada do lugar.</p>
<p align="left">Revelando-se a escavação manual infrutífera, adquiriu-se então<br />
material que permitisse indagar mais fundo. Utilizaram-se, para esse<br />
efeito, pás de várias dimensões e capacidades com que o<br />
subsolo de areia foi sondado.</p>
<p align="left">Ao atingir a profundidade de 1 metro deparámo-nos com um<br />
objecto, aparentemente metálico, com cerca de 150 cm de largura<br />
e meio metro de espessura.</p>
<p align="left">Uma tentativa de extracção do objecto do seu local de implantação não funcionou, pareceu ser bastante pesado.</p>
<p align="left">Dispusemo-nos continuar a escavação e constatou-se então a presença<br />
de uma espécie de caixa metálica, cubóide e negra.</p>
<p align="left">O processo prosseguiu, a aresta inferior do objecto aflorou aos 3<br />
metros e meio de profundidade, já de noite. Foi possível filmá-la até<br />
ao entardecer pois a anomalia inicial desaparecera.</p>
<p align="left">Surgiu, porém, uma outra, uma vibração contínua no bloco negro que<br />
aguçou fortemente a nossa curiosidade.</p>
<p align="left">Após extracção da caixa, não possuindo meios técnicos<br />
para analisar o seu tremor interno, considerámos que ajuda qualificada seria necessária para executar tal operação.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">It is not a misplaced thought to trust that every object, in visible state, needs to be found to reach its perceptible form. On the present one, that we now present, it was located by anomalous happenstance at 41:52:06N, 8:51:46W</font></p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">In a shoot, at the beach, during vacations, a curious dysfunction occurred in the video camera. When passing by a spot in the terrain interference appeared over and over on the monitor. Such an intriguing happening provoked a more detailed exploration of the place.</font></p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">The manual digging revealed itself as ineffective; we then decided to acquire material that would allow a deeper inquiry. For that effect we used shovels of several dimensions and capacities with which the sand subsoil was probed. When one meter deep was reached we found an apparently metallic object approximately 150cm wide and half a meter thick.</font></p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">Extraction of the object from its sand bed was experimented but did not succeed. We then proposed to continue digging and discovered the object was a kind of metallic box, cube like and black.</font></p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">The process continued and the inferior angle of the object was reached at about three and a half meters deep. Night was already upon us but it was possible to capture the digging till dusk because the initial video interference stopped. Another one appeared: a continuous vibration in the black box that sharpened our curiosity.</font></p>
<p align="left"><font color="#c0c0c0">After extracting the box, and having no technical means to analyze its internal tremor, qualified help was considered to perform such operation.</font></p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p>CHAPTER 1 - <a href="http://0foundation.org/chapter-1-thinking-about-the-future/" title="Thinking about the future"><font color="#ff0000">Thinking about the future<br />
</font></a>CHAPTER 2 - <a href="http://0foundation.org/chapter-2-transclusion/" title="Transclusion"><font color="#ff0000">Transclusion</font></a><br />
<font color="#999999">CHAPTER 3 - Object 2</font></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p></span></font></td>
</tr>
</table>
<p align="right"><font color="#ffffff"><u>LOCATION</u></font><br />

<span id="video3" class="flashvideo">
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</p>
<p align="right"><font color="#ffffff"><u>DISCOVERY</u></font><br />

<span id="video4" class="flashvideo">
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</p>
<p align="right"><font color="#ffffff"><u>MATHEMATICS | SOUND PERFORMANCE</u></font><br />

<span id="video5" class="flashvideo">
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</p>
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		<title>Contactos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 11:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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<p><font color="#99ccff">CALENDAR</font></p>
<p><font color="#ffffff"><em>Se quiser aceder ao calendário de eventos a decorrer poderá fazê-lo de 3 formas distintas:</em></font></p>
<p><font color="#ffffff"><a href="http://www.google.com/calendar/feeds/0foundation%40gmail.com/public/basic" target="_blank">FEED</a>  - adiciona um feed de eventos, sempre que houver actualizações será automaticamente informado.<br />
<a href="http://www.google.com/calendar/ical/0foundation%40gmail.com/public/basic.ics" target="_blank">iCAL</a> - adiciona uma entrada no seu calendário (Outlook, etc.)<br />
<a href="http://www.google.com/calendar/embed?src=0foundation%40gmail.com&amp;ctz=Europe/Lisbon" target="_blank">HTML</a> - acede a uma página web onde estão publicados os eventos da ZERO</font></p>
<p><font color="#c0c0c0"><em>If you want to access our calendar of events you can do that using 3 options:</em></font></p>
<p><font color="#c0c0c0"><a href="http://www.google.com/calendar/feeds/0foundation%40gmail.com/public/basic" target="_blank">FEED</a> - it adds an events feed, whenever updates are made you will be automatically informed.<br />
<a href="http://www.google.com/calendar/ical/0foundation%40gmail.com/public/basic.ics" target="_blank">iCAL</a> - add an entry to your own calendar (Outlook, etc.)<br />
<a href="http://www.google.com/calendar/embed?src=0foundation%40gmail.com&amp;ctz=Europe/Lisbon" target="_blank">HTML</a> - gives you access to a web page where events related with ZERO are published</font></p>
<p><font color="#c0c0c0">Other events that were sent by you are also available through this calendar:</font><br />
<font color="#ffffff">Outros eventos enviados por si estão disponíveis aqui:</font></p>
<p><a href="http://www.google.com/calendar/feeds/vj0lernmlevo3kk9uo4fg6t57k%40group.calendar.google.com/public/basic" target="_blank">FEED</a><br />
<a href="http://www.google.com/calendar/ical/vj0lernmlevo3kk9uo4fg6t57k%40group.calendar.google.com/public/basic.ics" target="_blank">iCAL</a><br />
<a href="http://www.google.com/calendar/embed?src=vj0lernmlevo3kk9uo4fg6t57k%40group.calendar.google.com&amp;ctz=Europe/Lisbon" target="_blank">HTML</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>After WYADWYADN - Entrevista João Bonito</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 14:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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		<description><![CDATA[

ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?
João Bonito: É uma escolha calculada directamente para o formato, sendo o tema razão inversa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" align="left" width="480" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="419" style="width: 480px; height: 419px">
<tr>
<td width="600"><font color="#999999">ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?</font></p>
<p><font color="#ffffff">João Bonito: É uma escolha calculada directamente para o formato, sendo o tema razão inversa. A interacção que quero sugerir, ou estabelecer, coloca as minhas dúvidas e expectativas no patamar da análise comportamental, nomeadamente dos estudos composicionais com interlocutor (neste caso o ouvinte, e mesmo eu próprio).<br />
 Foi &#8216;nada&#8217; e o &#8216;tudo&#8217; disto que me motivou.</font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Achas que, como suporte para a publicação do teu trabalho, a WEB é uma plataforma eficiente? Achas que seria mais adequada a sua exposição noutras condições?</font></p>
<p><font color="#ffffff">JB: Foi-me proposto este formato como meio de apresentação do trabalho, daí a adequação do projecto ao fim sugerido.<br />
 Acredito que a WEB é uma plataforma bastante eficaz, no sentido da inexistência de barreiras à exposição. Relativamente a outros suportes, estes são reciprocamente legítimos&#8230;afinal dialogam de forma diferente&#8230;ou não. Podemos colocar a questão em prática!<br />
  </font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Sobre o tema do trabalho, WYADWYADN, gostarias de acrescentar alguma consideração?</font></p>
<p><font color="#ffffff">JB: O &#8216;nada&#8217; neste momento,<br />
O &#8216;vazio&#8217; igual a&#8217;nada&#8217;,<br />
A &#8216;matéria&#8217; igual a &#8216;nada&#8217;,<br />
Neste significado o &#8216;todo&#8217; é o que se percorre; viaja mais longe, chega mais rápido às moradas. Torna-nos portadores de mensagem colectiva que protege &#8216;fundações&#8217;, para nosso entendimento e saber. </font></p>
<p>-João Bonito</td>
</tr>
</table>
<table border="0" align="left" width="107" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="417" style="width: 107px; height: 417px">
<tr>
<td width="600"></td>
</tr>
</table>
<table border="0" align="left" width="284" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="416" style="width: 284px; height: 416px">
<tr>
<td width="600"><font color="#ffffff">João Bonito, 1971</font></p>
<p>2007, *secret speller* - CIRCUIT - Jardim Botânico Tropical de Belém em Lisboa</p>
<p>2006, *tuning* - Laboratórios Criativos da Unicer - Gare Maritima de Alcântara em Lisboa</p>
<p>2004, *capitalism* - QUARTEL - Salão Olímpico no Porto</p>
<p>2001, *master instalation* - INSIDE OUT - no Artemosferas no Porto</p>
<p><font color="#ff0000">Trabalhos em ZEROFOUNDATION</font><br />
<a href="http://0foundation.org/having-a-chat/" title="Having a chat">Having a chat </a>- Projecto WYADWYADN</td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>After WYADWYADN - Entrevista Alexandre A.R. Costa</title>
		<link>http://0foundation.org/after-wyadwyadn-entrevista-alexandre-ar-costa/</link>
		<comments>http://0foundation.org/after-wyadwyadn-entrevista-alexandre-ar-costa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 14:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?
Alexandre A.R. Costa: Todas as motivações conceptuais, ou da própria produção, neste trabalho especificamente, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" align="left" width="557" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="321" style="width: 547px; height: 321px">
<tr>
<td width="600"><font color="#999999">ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?</font></p>
<p><font color="#ffffff">Alexandre A.R. Costa: Todas as motivações conceptuais, ou da própria produção, neste trabalho especificamente, são condicionadas pelas próprias condicionantes do principal veículo de exposição aqui proposto e processo de envio, recepção e tratamento dos dados “trabalho”, ou seja, o suporte/plataforma digital/ electrónico/a.</font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Achas que, como suporte para a publicação do teu trabalho, a WEB é uma plataforma eficiente? Achas que seria mais adequada a sua exposição noutras condições?</font></p>
<p><font color="#ffffff">AARC: Não me parece que o tema possa influenciar a escolha do formato, mas sim as condicionantes da plataforma onde ele é exposto.<br />
Exige cálculo, mesmo que seja óbvio para o processo intuitivo.<br />
 </font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Sobre o tema do trabalho, WYADWYADN, gostarias de acrescentar alguma consideração?</font></p>
<p><font color="#ffffff">AARC: Nada </font></p>
<p>-Alexandre A. R. Costa</td>
</tr>
</table>
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		<title>After WYADWYADN - Entrevista Hugo Brito</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 14:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?
hmBrito: Normalmente penso os assuntos em narrativas, não olho para determinado objecto e penso &#8216;isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" align="left" width="557" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="321" style="width: 547px; height: 321px">
<tr>
<td width="600"><font color="#999999">ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?</font></p>
<p><font color="#ffffff">hmBrito: Normalmente penso os assuntos em narrativas, não olho para determinado objecto e penso &#8216;isto resultaria bem numa fotografia&#8217;, se bem que tal já tenha sucedido. A minha primeira ideia é sempre contar algo, uma espécie de história, mesmo que depois lhe arranque partes e no final aparentemente não sobre nada da narrativa inicial.</font></p>
<p><font color="#ffffff"><br />
Neste projecto aquilo a que me propus partiu de uma situação real e o objectivo foi transmitir, na medida do possível, um processo não visível exteriormente. Pensei que uma fotografia num sofá talvez funcionasse, pois a narrativa começa num sofá. Mas não experimentei essa ideia; tinha ido ao café, ao voltar para casa divisei em 5 minutos aquilo que queria fazer - o vídeo pareceu-me mais adequado, apesar de raramente ter filmado.<br />
Para este trabalho pode dizer-se que a escolha do formato foi semi-calculada, pois inicialmente considerei declamar o texto, mas a água a escorrer constantemente não permitia uma boa dicção, como poderão observar. Portanto foi calculada na escolha do vídeo e automática na transmissão do texto que o acompanha.</p>
<p></font><font color="#999999">ZERO: Achas que, como suporte para a publicação do teu trabalho, a WEB é uma plataforma eficiente? Achas que seria mais adequada a sua exposição noutras condições?</font></p>
<p><font color="#ffffff">hmBrito: Eu gosto de manusear livros, novamente por serem objectos adequados às narrativas, mas também por existir a hipótese de os revisitar em diversas circunstâncias e não apenas em frente de um ecrã de computador, que é um dos problemas da WEB. Ninguém leva os computadores para o meio de um campo, para a praia ou para outros locais sem corrente eléctrica ou sem ligação à rede. O livro pode ir e ler em locais diferentes origina leituras distintas.<br />
A WEB é uma plataforma eficiente para divulgar o trabalho, para fazê-lo chegar a outras pessoas, que é um dos propósitos maiores de quem executa trabalhos e os publica. Para isso serve, mas penso sempre em termos de tacto. Num vídeo torna-se complicado&#8230;mas é possível descrever o vídeo e encaminhar as pessoas para a WEB, nesse sentido existe uma adequação das duas plataformas, o livro e a WEB.</font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Sobre o tema do trabalho, WYADWYADN, gostarias de acrescentar alguma consideração?</font></p>
<p><font color="#ffffff">hmBrito: Pensei este trabalho com Miguel Seabra. Co-habitamos durante algum tempo, numa fase pessoal atribulada. Pela minha parte deparava-me, frequentemente, com hiatos temporais em que nem sequer me lembrava do tempo exterior ter avançado, de tal forma estava embrenhado em frases e fios de pensamento. O curioso é que também não me lembrava das frases mas tinha a noção de que produziriam algo, que uma parte de mim, que eu não conheço ainda, conseguiu ler aquele vazio e fazer algo dele, talvez daí o WYADWYADN.</font></p>
<p>-Hugo Brito</td>
</tr>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>After WYADWYADN - Entrevista Miguel Seabra</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 13:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?
Miguel Seabra: De início, quando comecei a formular todas as possibilidades que tinha para fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table align="left" border="0" cellpadding="2" cellspacing="2" height="488" width="547">
<tr>
<td width="600"><font color="#999999">ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?</p>
<p></font><font color="#ffffff">Miguel Seabra: De início, quando comecei a formular todas as possibilidades que tinha para fazer o projecto WAYDWYADN, sabia que tinha que agarrar o trabalho de forma bastante pessoal e íntima, deveria ser antes de tudo, de carácter autobiográfico e deveria afastar-se de uma estética demasiado conceptual.<br />
O centro da questão - o Nada - perspectiva-se como algo a suspender, como um verdadeiro impasse. Uma formulação de um devir da acção, a contra-acção.</font><font color="#ffffff"> Em Song of the road pretendi recriar um universo de forma narrativa, mais interligado com a cinematografia do que com a videoarte, uma espécie de ‘road movie’. A viagem ao som de uma música, cuja letra vai acompanhando a acção e o detalhe apresentado, noutro ecrã, como desfasamento temporal, um efeito de subjectivação. Os três vértices do filme são a viagem, a montanha e a apneia. Através deste processo mental a escolha do formato começou a fazer sentido, sempre de uma forma calculada. O território dos meus trabalhos é sempre fruto de uma decomposição analítica.</p>
<p></font><font color="#999999">ZERO: Achas que, como suporte para a publicação do teu trabalho, a WEB é uma plataforma eficiente? Achas que seria mais adequada a sua exposição noutras condições?</font></p>
<p><font color="#ffffff">MS: Eu penso que a web é, sem dúvida, uma plataforma revolucionária na promoção de ideias, que proporciona aos agentes culturais atingir públicos anteriormente inalcançáveis. Na sua vertente mais interessante, que é a experimental, torna-se um canal de comunicação quase sem limites, e, veja-se no que diz respeito a projectos artísticos, o pendor museológico tem vindo a enquadrar-se neste sentido experimental. É possível afirmar que a web trouxe consigo uma espécie de democratização colectiva na oferta de espaço livre para intervir, facto pelo qual ansiámos ao longo dos tempos. Neste projecto em concreto, acho que os meios se adequaram aos fins, com a ressalva de que nenhum monitor LCD consegue transmitir a sensação de presenciar fisicamente uma obra na antecâmara.</font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Sobre o tema do trabalho, WYADWYADN, gostarias de acrescentar alguma consideração?</font></p>
<p><font color="#ffffff">MS: Quando hmBrito e eu idealizamos este tema, após longos jantares a que se juntaram longas conversas sobre estados um pouco sombrios passados em conjunto, sabíamos que era um mote com qualidades filosóficas e sociológicas muito inquietantes para abrir como primeiro projecto artístico colectivo na zerofoundation. O facto de o tema ser uma condição humana comum, deveria condensar toda a sua complexidade no factor da escolha.</font></p>
<p>- Miguel Seabra<br />
<font color="#ffffff"><br />
Informação adicional e contacto: <a href="http://miguelseabra.com">http://miguelseabra.com</a></font></td>
</tr>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>After WYADWYADN / Entrevista Luís Margalho</title>
		<link>http://0foundation.org/after-wyadwyadn-entrevista-luis-margalho/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Avulso]]></category>

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		<description><![CDATA[

ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?
Luís Margalho: De facto penso que a eleição do suporte para uma obra artística faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" align="left" width="557" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="321" style="width: 547px; height: 321px">
<tr>
<td width="600"><font color="#999999">ZERO: Que motivação existe para preferir determinado suporte (vídeo, fotografia, texto, etc.) na conceptualização e execução de um trabalho, nomeadamente neste, em relação a outro. O tema deste trabalho influenciou a escolha do formato? É uma escolha automática ou é calculada?</font></p>
<p><font color="#ffffff">Luís Margalho: De facto penso que a eleição do suporte para uma obra artística faz parte do próprio processo criativo, e no caso particular da conceptualização desta proposta de trabalho, o vídeo revelou-se ideal no momento de dar corpo da própria ideia WYADWYADN. Apesar do forte carácter relacional do projecto, com tudo o que tem de subjectivo e individual, a questão “o que é que fazes quando não estás a fazer nada?” foi provocante, e de certo modo subversiva. A motivação de responder com um trabalho de vídeo surgiu automaticamente. Mais do que qualquer outro, o vídeo é uma linguagem que gosto. Tento praticá-la fazendo registo de momentos do meu quotidiano. Instantes eternos. O que me interessa nessas imagens é justamente o seu poder enunciador, a repetição da diferença. Dai a preferência pelo suporte.</font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Achas que, como suporte para a publicação do teu trabalho, a WEB é uma plataforma eficiente? Achas que seria mais adequada a sua exposição noutras condições?</font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#ffffff">LM: Penso que esta é uma boa questão, uma vez que a WEB é um território de liberdade por excelência. Será que é um suporte adequado à publicação de trabalhos eminentemente artísticos? Acredito que sim. Apesar da constante evolução sócio-tecnologica, a matriz da world wide web mantém-se. Quero dizer com isto que apesar de ser um espaço descontínuo ela mantém a sua universalidade e democraticidade, quer no modo como acedemos à informação, quer pela forma como publicamos a nossa informação. Outros artistas podem não se sentir confortáveis com tão elevada acessibilidade. Pessoalmente acho a que sua virtualidade é fascinante. Por isto considero a WEB uma plataforma eficiente para a publicação de trabalhos específicos. É um território muito especial, contudo não o entendo como um espaço exclusivo, nem melhor em detrimento de outros espaços expositivos e de comunicação.</font></font><font color="#ffffff"> </font></p>
<p><font color="#999999">ZERO: Sobre o tema do trabalho, WYADWYADN, gostarias de acrescentar alguma consideração?</font></p>
<p><font color="#ffffff"> NADA</font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Luís Margalho</font></font></td>
</tr>
</table>
<table border="0" align="left" width="107" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="417" style="width: 107px; height: 417px">
<tr>
<td width="600"></td>
</tr>
</table>
<table border="0" align="left" width="206" cellPadding="2" cellSpacing="2" height="416" style="width: 206px; height: 416px">
<tr>
<td width="600"><font color="#ffffff">Luís Margalho</font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Nasceu em Évora em 1975. Estudou na cidade do Porto entre 1993 e 1998. Concluiu a licenciatura em Artes Plásticas – Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo eleito como tecnologias de especialização Cine-Vídeo, Gravura e Metais.</font></font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Em 1999 realizou um estágio no Departamento de Escultura em Pedra do Centro Cultural de Évora, em torno da tecnologia de Pedra. Desde 1996 que participa em exposições de Artes Plásticas. </font></font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Em 2003 realizou a sua primeira exposição individual de Escultura. </font></font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Está representado em diversas colecções particulares nacionais e estrangeiras. </font></font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0">Vive e trabalha em Évora.</font></font></p>
<p><font color="#ffffff"><br />
Informação adicional e contacto: <a href="http://luismargalho.com/">http://luismargalho.com/</a></font></p>
<p><font color="#ffffff"><font color="#ff0000">Trabalhos em ZEROFOUNDATION</font></font></p>
<p><font color="#ffffff"> </font><font color="#ffffff"><font color="#c0c0c0"><a href="http://0foundation.org/nada-video-texto/" title="NADA">NADA</a> - Projecto WYADWYADN</font></font></td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
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